terça-feira, 13 de abril de 2010

Sem prejudicar o amor


O respeito com o nosso próximo é muito importante aos olhos de Deus. E é isso que o Senhor ensina a Santa Teresa d’Ávila:

”Quero que prestes muita atenção, a fim de que o demônio e tua fraca inteligência não te façam obrigar outras pessoas a viver como tu vives”, escreve a doutora da Igreja.

O que nós vivemos em nossa conversão e busca de santidade não deve, de maneira alguma, ser norma para quem caminha ao nosso lado. O que é uma inspiração interior para mim, não precisa sê-lo para o outro. Se nós formos impelidos a fazer uma espécie de sacrifício ou jejum, não devemos ficar julgando alguém que não faça o mesmo. Normalmente, as murmurações e as críticas prejudicam o aperfeiçoamento no amor.

Vamos respeitar os passos que cada pessoa é capaz de dar. Sejamos compreensivos com o caminho de cada uma! Tomemos cuidado para que o demônio não nos engane no julgamento de alguém, julgamento este que poder vir camuflado de amor fraterno.

Não nos esqueçamos de que Deus é por nós e de que Ele nos pede que não julguemos nosso próximo, mas sim, que o amemos.

Peçamos ao Espírito Santo o dom da sabedoria e do discernimento para agirmos reta e santamente no trato com as pessoas.

FONTE: www.cancaonova.com.br

Liturgia Diária


2ª Semana da Páscoa
EVANGELHO
João 3, 7b-15

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: 7b“Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.
9Nicodemos perguntou: “Como é que isso pode acontecer?” 10Respondeu-lhe Jesus: “Tu és mestre em Israel, mas não sabes estas coisas? 11Em verdade, em verdade, te digo, nós falamos daquilo que sabemos e damos testemunho daquilo que temos visto, mas vós não aceitais o nosso testemunho. 12Se não acreditais, quando vos falo das coisas da terra, como acreditareis se vos falar das coisas do céu? 13E ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. 14Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, 15para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna”.

COMENTÁRIO
"Contemplativos: como Jesus."
"Damos testemunho daquilo que vimos." A narrativa de hoje continua a temática de ontem. Jesus falava autoritariamente do Reino de Deus porque ele vivia em união com o Pai, contemplando as realidades do Reino.
A testemunha cristã que anuncia o Reino é sempre fruto da contemplação. Os evangelizadores cristãos, para serem acreditados, devem ser contemplativos, como era Jesus. Precisamos possuir a experiência da fé daqueles que evangelizamos.
Todo cristão, para não dizer todo ser humano, todos os "Nicodemos" são colocados diante de um dilema, de uma opção: ir ao encontro de Deus (Jesus), fazer a experiência, romper com o passado, dessa forma obter a vida eterna ou rejeitá-la.
Diante da revelação de Jesus, ninguém permanece neutro. Se a pessoa não tem fé, a reação é não acreditar, mas, se a tem, a reação é acreditar nele. Estamos diante de uma descrição do acontecimento salvífico.

"O Senhor é rei e se revestiu de majestade, ele se cingiu com um cinto de poder." Salmo 92(93),1a

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Liturgia diária

2ª Semana da Páscoa
EVANGELHO
João 3, 1-8


1Havia um chefe judaico, membro do grupo dos fariseus, chamado Nicodemos, 2que foi ter com Jesus, de noite, e lhe disse: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus. De fato, ninguém pode realizar os sinais que tu fazes, a não ser que Deus esteja com ele”.
3Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce do alto, não pode ver o Reino de Deus”. 4Nicodemos disse: “Como é que alguém pode nascer, se já é velho? Poderá entrar outra vez no ventre de sua mãe?”
5Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus. 6Quem nasce da carne é carne; quem nasce do Espírito é espírito 7Não te admires por eu haver dito: Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.


COMENTÁRIO
"Com nascer da água e do Espírito?"
No evangelho de João, nos capítulos de 3 a 4, há tres personagens que vão ao encontro de Jesus: Nicodemos, a samaritana e o oficial do rei. O primeiro deles é Nicodemos. O diálogo se desenvolve entre o binômio carne-espírito e de uma má compreensão das expressões "do alto", que é o sentido empregado por Jesus, e "de novo", a forma compreendida por Nicodemos.
Nicodemos vai a Jesus, ele é um fariseu, o grupo religioso mais importante entre os judeus. Ele representa o Judaísmo oficial,membro do Sinédrio, que tinha por missãovigiar a doutrina presente nos seus contemporâneos no território de sua jurisdição.
O que significa "nascer outra vez"? Significa viver e agir conforme os princípios da fé e do amor. Isso quer dizer, em outra dimensão, que Jesus nos transforma por dentro,de modo que podemos viver para eus e para os outros.
Nicodemos simboliza cada um de nós cristãos que, muitas vezes "envergonhados", silenciamos nossa fé porque sua manifestação prejudicaria nossos interesses, nossa situação social e até o peregrinar de nossa vida no dia a dia.

"Felizes, entretanto, todos os que nele confiam". Salmo 2,11d

domingo, 11 de abril de 2010

Liturgia diária

2º Domingo da Páscoa
EVANGELHO
João 20, 19-31


19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.
22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. 
24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio.25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” 
Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 
26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 
27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 
28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”
29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.


COMENTÁRIO
"A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, eu também vos envio."
No primeiro encontro com os discípulos, após a ressurreição, Jesus lhes diz, por duas vezes: "A paz esteja convosco"! A presença do Espírito Santo é sempre assinalada pela paz, um de seus principais dons.
O Ressuscitado aparece aos discípulos: cria uma nova humanidade. A Páscoa cristã é a celebração do início de uma nova humanidade, que nasce do Espírito do Cristo ressuscitado.
O sopro de Jesus simboliza o Espírito, princípio da nova criação. Como é narrado no livro do Ato dos Apóstolos (1,8), o dom do espírito é sempre sinal de missão. Na força do Espírito, serão eles portadores daquela salvação que Jesus, como Cordeiro, realizou na sua Paixão e que se concretiza no perdão dos pecados.
Toda a nossa vida de cristãos está sob o sinal do Espírito recebido no batismo e na crisma, o nosso Pentecostes. Nela, devemos amadurecer os "frutos do Espírito": amor, paz, alegria, paciência, espírito de serviço, bondade, confiança nos outros, mansidão.
Se esperávamos uma transformação milagrosa, mudemos nosso modo de pensar. É que o Espírito santo não age assim. Desenvolve-se qual pequena semente plantada em nosso coração: cresce lentamente, sem estardalhaço, mas produz frutos abundantes.
Os últimos dois versículos (vv.30-31) apresentam a finalidade do evangelho de João. Ele foi escrito conforme um critério seletivo e visa a apresentar não uma biografia, mas o sentido da pessoa e da missão de Jesus. A finalidade é levar os leitores a fé em Jesus, reconhecendo-o como o Messias, Filho de Deus.


"Louvai o senhor, porque ele é bom; porque eterna é a sua misericórdia". Salmo 117(118),1

sábado, 10 de abril de 2010

Paróquia realiza “Dia D” de campanha para reforma da Igreja

A Paróquia de Santa Maria Madalena estará realizando amanhã (11/04) o “Dia D” da Campanha dos Devotos de Santa Maria Madalena. A atividade tem por objetivo garantir a adesão dos paroquianos ao projeto de pintura e reforma do teto da Igreja Matriz, com contribuições financeiras mensais cuja quantia se constituirá no valor da obra: R$ 70.000,00 (setenta mil reais).


Logo após a missa da manhã, que excepcionalmente terá início às 08h00 neste domingo, membros de pastorais, movimentos e serviços, além de missionários de diversos setores, visitarão as residências do município fazendo o cadastro das famílias que desejarem contribuir.


O valor será doado espontaneamente e durante quatro meses, tendo início agora em abril e término no mês de julho.

A tesoura e a agulha



Há muito tempo havia um mestre importante. Em cada lugar em que ele ia, as pessoas queriam fazer o máximo para agrada-lo, e não poderia ser diferente quando ele se aproximou de um determinado país.


Seu monarca preparou-lhe uma linda recepção. Na fronteira de seu país, colocou uma fita e entregou a ele uma tesoura de ouro, magnífica, com mais de 1kg, para que ele cortasse a fita. 


Ao receber o mestre, o monarca disse: “Receba esta tesoura de ouro como gratidão pela bênção que representa sua presença entre nós”.


O mestre então lhe responde: “Obrigado, mas não posso aceitar uma tesoura como presente.”


“Mas então o que lhe poderia oferecer?”, perguntou o monarca.


“Quero simplesmente uma agulha de ferro”, disse o mestre.


“Mas, por que?”, perguntou o rei decepcionado.


“Sabe majestade, a minha vida inteira eu passei separando as coisas, cortando com uma tesoura. Porém, eu agora quero viver como uma agulha, integrando, unindo homens e mulheres, líderes e colaboradores, pais e filhos, patrões e empregados e principalmente pessoas que estão na busca do seu crescimento espiritual e da sua paz interior.”

Liturgia diária

Oitava da Páscoa
EVANGELHO
Marcos 16, 9-15


9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. 10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar.
12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. 14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. 15E disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!”

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Na vida do cristão, nada é sem solução



No Reino de Deus não há lugar para o pessimismo e o mau humor. Para os que amam a Deus, não existe a expressão “Não tem jeito!” nem “Estou desanimado”. A vida nova em Jesus Cristo nos sustenta na esperança do que almejamos – nossa felicidade – que se realiza na busca do Reino dos Céus e na vida eterna.
Não nos apoiamos em nossas forças, mas no socorro do Espírito Santo! Na vida do cristão, nada é sem solução. A esperança impressa em seu coração pela graça de Deus o protege do desânimo. A esperança dá o alento; ela faz pulsar o coração para a vida.
Deus nos alimenta nesta esperança que não decepciona.
“Continuemos a afirmar a nossa esperança, sem esmorecer, pois Aquele que fez a promessa é fiel” (Hb 10, 23).


FONTE: www.cancaonova.com

Liturgia diária

Oitava da Páscoa
EVANGELHO
João 21, 1-14

Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: 2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. 
3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”. 
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”. Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. 
8Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. 10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu.12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. 14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. 

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Liturgia diária

Oitava da Páscoa
EVANGELHO
Lucas 24, 35-48

Naquele tempo, 35os discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. 36Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
37Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma. 38Mas Jesus disse: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? 39Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.
40E dizendo isso, Jesus mostrou-lhes as mãos e os pés. 41Mas eles ainda não podiam acreditar, porque estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa para comer?” 42Deram-lhe um pedaço de peixe assado. 43Ele o tomou e comeu diante deles. 44Depois disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando ainda estava convosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”. 
45Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, 46e lhes disse: “Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. 48Vós sereis testemunhas de tudo isso”.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Liturgia diária

Oitava da Páscoa
EVANGELHO
João 20, 11-18


Naquele tempo, 11Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 
13Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: ”Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. 14Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.
16Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre). 17Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. 18Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus lhe tinha dito. 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Liturgia diária

Oitava da Páscoa
EVANGELHO
Mateus 28, 8-15


Naquele tempo, 8as mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos. 9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés.
10Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”. 11Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos sacerdotes tudo o que havia acontecido. 12Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, 13dizendo-lhes: “Dizei que os discípulos dele foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. 14Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos. Não vos preocupeis”. 
15Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, o boato espalhou-se entre os judeus, até o dia de hoje.

domingo, 4 de abril de 2010

Mensagem de Páscoa

O medo e a confusão dominaram aqueles que tinham acreditado no poder do amor.


Eles, que tinham aprendido a alegria de amar o próximo do Mestre que se fazia próximo daqueles de quem ninguém se aproxima:
dos pobres, dos doentes,das prostitutas,dos marginalizados e marginalizadas.


O chão se desfez sob seus pés,a morte os atingiu...


Estranho, porém,foi que a morte não os matou;algo extraordinário aconteceu: os olhos dos amigos e amigas,que haviam acreditado num mundo transformado pelo amor, reconheceram o Mestre esperado e proclamaram: "Jesus é o Filho de Deus ressuscitado!"


E desde então, para eles e para nós, se coloca como vitória sobre a dor, opressão e morte, a certeza da ressurreição.


FELIZ PÁSCOA A TODOS!!!!

sábado, 3 de abril de 2010

Liturgia diária

Vigília Pascal
EVANGELHO
Lucas 24, 1-12


1No primeiro dia da semana, bem de madrugada, as mulheres foram ao túmulo de Jesus, levando os perfumes que haviam preparado. 2Elas encontraram a pedra do túmulo removida. 3Mas, ao entrar, não encontraram o corpo do Senhor Jesus 4e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens com roupas brilhantes pararam perto delas.
5Tomadas de medo, elas olhavam para o chão, mas os dois homens disseram: “Por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo? 6Ele não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: 7‘O Filho do Homem deve ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia’”. 
8Então as mulheres se lembraram das palavras de Jesus. 9Voltaram do túmulo e anunciaram tudo isso aos Onze e a todos os outros. 10Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas contaram essas coisas aos apóstolos. 11Mas eles acharam que tudo isso era desvario, e não acreditaram. 
12Pedro, no entanto, levantou-se e correu ao túmulo. Olhou para dentro e viu apenas os lençóis. Então voltou para casa, admirado com o que havia acontecido.